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34% fotos tiradas com esta câmara
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9% fotos tiradas com esta câmara
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7% fotos tiradas com esta câmara
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15% fotos tiradas com esta lente
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8% fotos tiradas com esta lente
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2% fotos tiradas com esta lente
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Ricardo Ranguetti Mantua, Itália
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—Quais deveriam ser os critérios considerados pelo cliente na escolha de um fotógrafo?
—A empatia com o profissional a escolher e depois seu portfólio e estilo usado nas fotos.
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—Como se iniciou na indústria da fotografia?
—Comecei trabalhando na loja do meu tio em 1984, o amor pela fotografia já é um negócio de família.
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—Você é fotogénica(o)?
—Acredito que sim, tanto tempo fotografando e depois de tanto buscar os melhores ângulos a gente acaba aprendendo a ser um bom modelo também.
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—Em sua opinião, quais são os componentes mais importantes para uma boa fotografia?
—Luz é excencial, mais ter a luz e não saber utiliza-la de nada adianta.
Depois angulo, enquadramento e uma boa pós produção. -
—Gosta de viajar?
—Sim, amo!!!
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—O que mais gosta na sua profissão?
—Ela me da a oportunidade única de transformar um segundo em uma história de vida.
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—O que menos gosta na sua profissão?
—Muitas vezes não somos reconhecidos como os artistas que somos e simplesmente como um fotografo da família.
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—Como lida com as críticas?
—levo sempre para o lado construtivo, tento sempre aprender com elas e melhorar cada vez mais.
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—O que não é permitido de todo ao fotografar?
—Deixar que misture a parte profissional com a amizade, muitos noivos querem ser seu amigo e querem que vc beba ou sente junto aos convidados, um fotografo não deve se comportar como um convidado.
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—Qual será o futuro da fotografia?
—Acredito que com os destinations a fotografia de casamento vai dar mais oportunidade para novos fotógrafos criarem imagens diferentes, pois o fotografo pode sair da sua zona comum.
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—O que há de especial para si, no género de fotografia em que se especializou?
—É saber que depois de 20 anos 30 anos 50 anos uma pessoa vai pegar sua foto na mão e vai lembrar exatamente daquele momento em que a foto foi feita.
INikon D750
Nikon -
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Bruno Rabelo Uberaba, Brasil
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—Quais deveriam ser os critérios considerados pelo cliente na escolha de um fotógrafo?
—Olha, o mais importante sem dúvida e sentir confiança. Pois no grande dia se o fotografo der algum deslize, o momento jamais voltara...
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—Como se iniciou na indústria da fotografia?
—Eu cresci em meio a fotografia, meu pai era fotografo... e com o tempo fui me apaixonando por essa arte de eternizar o momento.
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—Você é fotogénica(o)?
—Olha, sinceramente não... mas adoro me ver em fotos... hehehehehe
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—Em sua opinião, quais são os componentes mais importantes para uma boa fotografia?
—Na minha humilde opinião uma boa foto deve ter, uma boa composição, uma luz com volume e o mais importante para mim transmitir algum sentimento.
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—Gosta de viajar?
—Gosto muito!
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—O que mais gosta na sua profissão?
—Poder ser o responsável, por eternizar momentos únicos na vida das pessoas... :) Isso realmente me deixa muito feliz!!!
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—O que menos gosta na sua profissão?
—Olha, sinceramente ainda não consegui identificar algo que não gosto dentro da minha profissão! Pois fotografar para mim e muito gratificante e emocionante!!! Amo muito!!!
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—Como lida com as críticas?
—Procuro observar e ver se realmente eu preciso me corrigir no ponto criticado.
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—O que não é permitido de todo ao fotografar?
—Sinceramente não vejo algo proibido... só acho que devemos ter bom senso em certas situações...
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—Qual será o futuro da fotografia?
—Com certeza o melhor possível! Cada vez mais, teremos profissionais mais capacitados.
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—O que há de especial para si, no género de fotografia em que se especializou?
—O sentimento, a magia que envolve todo esse dia único na vida das pessoas!
INikon D800E
Nikon -
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Pedro Zorzall Belo Horizonte, Brasil
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—Quais deveriam ser os critérios considerados pelo cliente na escolha de um fotógrafo?
—Identificação com o trabalho e empatia com o profissional.
É necessário um Portfólio honesto, bonito e convincente.
O vendedor (fotografo), deve ser simpático, honesto e estar pronto para registrar os sonhos e fantasias do casal. -
—Como se iniciou na indústria da fotografia?
—Minha história se inicia aos 15 anos quando entrei para um estúdio no setor de serviço geral e com 6 meses eu já era um dos fotógrafos principais. Isto aconteceu no ES. Mudei para Minas Gerais para fazer curso superior e como sempre fotografei no estilo foto jornalismo, entrei no casamento sem perceber, devido ao meu estilo passei a ser chamado constantemente para fotografar, pois, sou espontâneo e historiador em evento de matrimônio.
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—Você é fotogénica(o)?
—Sim! As pessoas sempre dizem que fico muito bem na foto. Eu gravei alguns videos de aula de fotografia e sem problema com fotogenia.
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—Em sua opinião, quais são os componentes mais importantes para uma boa fotografia?
—Luz e sombra – equipamento – principalmente lente com boa luminosidade. Prezo por bons equipamentos e estudo luz permanentemente para compreendê-la melhor.
Outro fator que não abro mão e utilizar as teorias de Fibonacci.
Mas o que mais valorizo realmente na foto de casamento é o Equilíbrio. -
—Gosta de viajar?
—É minha paixão! Sempre procuro ir para lugares em que nunca fui, principalmente cidades do interior.
Amo sair da cidade e fotografar em lugares mais distantes e ir sempre aprendendo sobre a vida, em cada lugar. -
—O que mais gosta na sua profissão?
—Estar com pessoas e, principalmente, sempre fazendo novas amizades.
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—O que menos gosta na sua profissão?
—O externo em minha profissão nunca me estressa, pode existir momentos que fico chateado, mas é momentâneo, não saberia enumerar algo que menos gosto, amo muito o que faço.
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—Como lida com as críticas?
—Normal. Procuro sempre evoluir e corrigir, sou muito ético e jamais entro em confronto com o interlocutor. Paro e ouço. Normalmente procuro reverter a situação com trabalho.
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—O que não é permitido de todo ao fotografar?
—Invadir o espaço do casal e familiares, cada família tem seu sistema de crença e sua ética, entender cada grupo e respeita-lo é necessário.
O fotografo nunca deve ultrapassar o limite. -
—Qual será o futuro da fotografia?
—Complexo, estamos em faze de decadência devido a desvalorização da profissão e vivemos uma falsa crença universal "em que qualquer pessoa fotografa bem". O número de fotógrafos e parentes fotografos que surgem a cada dia sem valorizar o que fazem assusta.
Sou otimista e ao fazer uma retrospectiva da história vejo que em alguns anos a fotografia de casamento será mais valorizada, as pessoas estão conhecendo e aprendendo mais sobre ela, os quais, na medida que aprendem são mais exigentes para com o registro do casamento. Creio que haverá uma elevação e valorização do produto. -
—O que há de especial para si, no género de fotografia em que se especializou?
—Contar a história passo a passo para que no futuro, o casal possa rever o momento sem pular capítulos do dia tão sonhado.
INikon D700
Nikon -